Foi então que descobri que dor não é cortar o dedo. Dor não é cair de bicicleta. Dor não é quebrar a cara e o coração três vezes todo ano. Dor é perder quem amamos. A dor da morte. A dor da partida. Partir e não dizer "ah! Como eu te amo!". E por fim, dar espaço para o "Oh! Eu amava". Afinal, é pouco hoje para muito ontem. É muito passado para pouco presente. É muita dor para pouco coração.


KCAmaral


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