O olhar fala. Foi com o seu olhar que eu descobri que o silêncio poetiza. Lembro-me vagamente do seu primeiro olhar. Ele parecia me intimidar de todas as formas possíveis. O brilho era ímpar. Poderia sentir o clarão das estrelas naqueles encantadores olhos às 7 horas da manhã. Outrora acharia a vida sem cor alguma. Que tola! Como não colorir a vida com aquele olhar? Ora! Impossível. Ousaria chamar-te de anjo. Melhor, ousaria chamar-te de meu anjo. És um brilho mais bonito que o da lua. És a rima mais perfeita da minha vida. Oh! Olhos tão teus. Hoje, tão meus.
KCAmaral